| 1 x de R$176,28 sem juros | Total R$176,28 | |
| 2 x de R$102,81 | Total R$205,63 | |
| 3 x de R$68,90 | Total R$206,71 | |
| 4 x de R$52,39 | Total R$209,56 | |
| 5 x de R$42,23 | Total R$211,18 | |
| 6 x de R$35,35 | Total R$212,14 | |
| 7 x de R$30,43 | Total R$213,03 | |
| 8 x de R$26,71 | Total R$213,69 | |
| 9 x de R$23,81 | Total R$214,34 | |
| 10 x de R$21,54 | Total R$215,48 | |
| 11 x de R$19,69 | Total R$216,63 | |
| 12 x de R$18,13 | Total R$217,60 |
Na década de 1930, enquanto os Estados Unidos enfrentavam a Grande Depressão, o país era predominantemente isolacionista. Essas condições não eram propícias ao desenvolvimento de uma arma ofensiva dispendiosa como um tanque de batalha principal.
O Departamento de Armamento havia projetado alguns tanques leves para apoiar a infantaria e "carros de combate" semelhantes para apoiar a cavalaria [ainda] existente. Os esforços do final da década de 1930 para desenvolver um tanque médio resultaram na série T5/M2, que eram essencialmente versões ampliadas dos tanques leves da série M2. Logo se percebeu que o canhão principal de 37 mm do T5 seria inadequado no campo de batalha moderno, mas os engenheiros aparentemente não possuíam o conhecimento, os recursos e a capacidade técnica para conceber um projeto que pudesse acomodar uma arma de calibre maior em uma torre giratória. Como medida de emergência, em 1939, o T5 Fase III foi modificado para receber um obus de 75 mm na parte frontal direita do casco, à semelhança do Char B1 bis francês.
A queda da França em junho de 1940 alterou o cenário político e criou um senso de urgência para que os Estados Unidos iniciassem a produção em massa de um tanque médio o mais rápido possível. Era necessário um projeto imediato que atendesse aos requisitos do Exército em termos de mobilidade, proteção e poder de fogo, o que resultou no tanque médio M3.